THOUSANDS OF FREE BLOGGER TEMPLATES

domingo, 15 de julho de 2012

A LIÇÃO DO NECROMANTE

Os laços nefastos que um dos reis de Judá possuía com o sobrenatural são descritos com detalhes nos livros de Reis (2Rs 21.1-18) e Crônicas (2Cr 33. 1-20). Detentor da mais longeva realeza e abominável por suas práticas obscuras, Manassés era agoureiro, necromante e adorador de demônios. 

Em 2012 a mídia semelhante o abutre a alimentar-se do que é podre propagou o caso dos “Canibais de Garanhuns” em Pernambuco. 

Recuando no tempo no ano de 54 a 68 d.c, Nero, o imperador demente ateava fogo em cristãos para iluminarem seus jardins como archotes vivos. 

O que torna fascinante a história de Manassés é que este obteve de Deus misericórdia e a chance de fazer o que é agradável para Deus. Mesmo tendo jogado os próprios filhos no fogo como sacrifício e manter contato com médiuns e feiticeiros e que práticas como o canibalismo sem dúvida não eram incomuns em sua corte satânica. 

Os ensinamentos de Eclesiastes diz que não há novidades de baixo do Sol e tais aberrações provocadas pelo ser humano ocorreram, ocorrem e ocorrerão. O próprio Cristo nos advertiu que o amor esfriará e estas coisas serão mais intensas no decorrer do tempo final. 

Para nós fica a lição deixada pelo rei necromante de que o Senhor Deus perdoa nossas transgressões e delas já não tem lembrança.

sábado, 14 de julho de 2012

EIS O NOVO ZINE ANASTASIS: (LETRAS DE MÚSICA DAS HORDAS GUERREIRAS ANTESTOR, KRIG. ESTUDO BÍBLICO E MITOLOGIA)

quarta-feira, 21 de março de 2012

SERES VIVENTES


SERES VIVENTES

As manifestações de seres angelicais grotescos descritas pelo profeta Ezequiel são de espantar qualquer crente que ache que no céu todo mundo vai estar de branco durante eras e eras eternas, batendo palmas e cantando algum hino da harpa cristã. E sobre nossas cabeças estarão dezenas de anjinhos gorduchos, de asinhas atrofiadas tocando trombetas em uníssono ao nosso louvor. Perdoem-me meus amados, mas não é assim que consigo conceber um céu tão nos moldes do Barroco.

O pouco do céu que consigo conceber é de acordo com a hierofania presente na visão dos seres angélicos acompanhados das rodas girantes onde o profeta tenta num esforço descomunal em dizer o indizível com todas as limitações que a linguagem possui. O pensador Wittegenstein explorando a capacidade lógica da linguagem nos diz em uma de suas proposições que “ Há por certo o inefável. Isso se mostra, é o Místico.”.

Conhecedores do bem e do mal, somos capazes de tudo e a única limitação a causar empecilho no processo de conquista obtido pela transgressão no Jardim do Éden é apenas temporário pois os nossos “olhos foram abertos” para toda a manifestação seja física ou espiritual.

Por ventura não seriam as dimensões celestiais e a existência nelas um pluralidade de experiencias infinitas e indescritíveis? Entendam minhas palavras. Não faço elogios a nossa queda espiritual, porém como seres caídos ainda estamos mastigando o fruto daquela Árvore e a ciência de nosso século é prova disto. Se o avanço da ciência possibilita a nós, como homens caídos, desenvolvermos clones, novos corpos a partir de células tronco, aplicarmos na prática teorias da física quântica sobre as dimensões existentes que nos cirandeiam mudando assim a perspectiva de mundo: terra, céu e inferno tão estereotipada. Quanto mais serão os seres angelicais que habitam cosmos, universos e multiversos.

Sábias foram as palavras de Ezequiel diante de uma das manifestações dos seres criados por Deus (este mesmo o inefável pois não havendo como nomeá-lo, Ele se auto intitula Eu Sou o que Sou) ao referir-lhes como seres viventes. Porque uma coisa é certa : de que eles vivem, por mais estranhas e bizarras que sejam as associações simbólicas servidas de alicerce para a linguagem, tais seres são anjos e em nada lembram certos pequerruchinhos inexpressivos.

Henrique Telles, Março de 2012.

sábado, 10 de março de 2012

NOVA EDIÇÃO DO ZINE ANASTASIS

ENVIE UM E-MAIL PARA hteles6@gmail.com

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A HISTÓRIA DA BRUXARIA

A freqüente presença do fenômeno milenar da bruxaria em culturas distantes de seu substrato atesta a perpetuação de certas modalidades de funcionamento do espírito humano. No entanto, inúmeros trabalhos etnológicos ou históricos não lograram ainda dirimir todos os problemas ligados a sua definição ou explicação.

Bruxaria consiste no exercício, com intenção maligna, de pretensos poderes sobrenaturais por meio de ritos mágicos e com o fim de causar malefício a certas pessoas ou a seus bens, assim como benefícios diretos ou indiretos a seus praticantes. O fenômeno existe desde os tempos pré-históricos e faz parte dos procedimentos de numerosas crenças animistas. Aparece já em Homero e na própria mitologia grega, em que a feiticeira Medéia ocupa lugar de destaque no ciclo dos argonautas. Na literatura latina, o tema despertou o interesse de vários autores, especialmente Apuleio, Petrônio e Horácio.

No universo judeu-cristão, a presença das bruxas verifica-se desde o Velho Testamento. Em um momento crucial de sua vida, Saul consultou a feiticeira de Endor, embora pela lei de Moisés a bruxaria fosse punida com a morte. No cristianismo primitivo, conhecia-se a prática de ritos mágicos, mas os apóstolos consideravam-na fruto de ardis do demônio, pois entendiam que somente Deus dispunha de poderes sobrenaturais.


História da Bruxaria

A bruxaria ressurgiu e intensificou-se na Europa do século X ao XII, quando as heresias dos cátaros trouxeram de volta a crença na influência do demônio, o que favoreceu a interpretação de que a bruxaria era produto do contato com suas forças. Realizaram-se nesse período vários processos contra bruxas, promovidos pelo poder civil. Entretanto, a questão só assumiu aspectos dramáticos a partir do século XIV, quando a igreja implantou os tribunais da Inquisição Católica para reprimir tanto a disseminação das seitas heréticas como a prática de magia e outros comportamentos considerados pecaminosos. Ao dar especial relevo ao problema, a perseguição contribuiu para que ele adquirisse ainda maiores proporções. Nessa época, o fenômeno freqüentemente se caracterizou como manifestação coletiva, de grandes dimensões e profunda repercussão na vida religiosa, no direito penal, nas artes e na literatura.

Daí em diante, à medida que proliferaram os tribunais da Inquisição, os processos aumentaram rapidamente. A acusação sistemática só se verificou na época que é considerada a última fase da Idade Média, o fim do século XV, principalmente após a bula Summis desiderantes affectibus (1484), do papa Inocêncio VIII, e da obra Malleus maleficarum (1487; Martelo das feiticeiras), dos dominicanos Heinrich Kraemer e Johann Sprenger, em que se firmaram as normas do processo inquisitorial contra a feitiçaria.

A época da verdadeira epidemia de bruxas e teóricos do assunto é a dos séculos XVI e XVII, no contexto da Reforma e da Contra-Reforma. Ainda que, como nos outros casos, implicasse a prática da magia, incluía quase sempre a invocação do demônio e a mobilização de seus poderes, o que a associava à concepção do mal na teologia cristã e a tornava um desafio à moralidade religiosa. Apareceram então os grandes sistematizadores da demonologia -- Jean Bodin, autor de “De la démonomanie des sorciers” (1580; Da demonomania dos feiticeiros), e o jesuíta Martinus Antonius Delrio, autor de Disquisitionum magicarum libri VI (1599; Seis livros de pesquisas sobre magia). Nessa fase, a bruxaria tornou-se tema freqüente na literatura e nas artes plásticas: sobressaíram, por exemplo, Macbeth, uma das mais célebres tragédias de Shakespeare, e as gravuras de Baldung Grien e Jacques Callot.

A perseguição às bruxas foi metódica e violenta no norte da França, no sul e oeste da Alemanha e muito especialmente na Inglaterra e na Escócia, onde houve o maior número de vítimas. Os colonizadores ingleses levaram esse procedimento para a América do Norte, onde, em 1692, ocorreu o famoso processo contra as bruxas de Salem, em Massachusetts.

Em geral, acusava-se de bruxaria mulheres velhas, mas com menores freqüências também jovens e, excepcionalmente, homens. As acusações registradas contra essas pessoas referiam-se a toda espécie de malefícios contra a vida, a saúde e a propriedade: aborto das mulheres, impotência dos homens, doenças humanas ou do gado, catástrofes e temporais. As bruxas eram também denunciadas por pactos com o diabo. Montadas em vassouras, voariam pelos ares e se reuniriam em lugares ermos para celebrar o sabá e entregar-se a orgias. Como cultuariam Satanás, considerava-se que este lhes aparecia como monstro cornudo e sequioso de sacrifícios.

O racionalismo e o espírito científico, que caracterizaram o Iluminismo do fim do século XVII e do século XVIII, contribuíram para o fim desses processos e para que não mais se admitisse perseguição judiciária em casos de superstições populares. O último processo na Inglaterra ocorreu em 1712, e a última fogueira de bruxas na Europa foi acesa em 1782, no cantão suíço de Glarus.

Teorias antropológicas.

O fenômeno histórico da bruxaria suscitou numerosos estudos antropológicos, para os quais a intolerância das autoridades eclesiásticas, tanto católicas como protestantes, não seria razão suficiente para explicar o fenômeno de psicopatologia coletiva que representou a crença na bruxaria. Muitos chegaram a acreditar na ocorrência de uma alucinação mediante a qual, contaminadas pela crença geral, muitas mulheres teriam admitido participar de práticas que nunca realmente exerceram.

Outra corrente interpreta a crença nas bruxas como resquício de antigas religiões autóctones européias, nunca inteiramente desarraigadas pela cristianização, que depois se teria mesclado com doutrinas cristãs sobre o diabo. Uma referência seriam as valquírias da mitologia germânica, que, como as bruxas, voavam pelos ares.

No século XX, essa teoria aperfeiçoou-se nas teses da antropóloga inglesa Margaret Murray, para quem a bruxaria seria resíduo de uma religião pré-histórica, um culto da fertilidade que sobreviveu à cristianização, sobretudo no meio rural e nas populações descendentes de raças submetidas, como os celtas, o que explica a forte divulgação do culto nas ilhas britânicas. O culto teria sido ressuscitado sobretudo em tempos de enfraquecimento da igreja, como aconteceu no período da Reforma, nos séculos XVI e XVII. A teoria de Murray, em seus aspectos principais, é rejeitada hoje pela maior parte dos pesquisadores, que a consideram infundada.

Outro britânico, Hugh R. Trevor-Roper, acentuou que, embora realmente a bruxaria tivesse um substrato folclórico, foi a igreja medieval que o sistematizou e o codificou com o fim de reprimir a heresia e exercer coação sobre os desvios doutrinários, criando com isso um autêntico tratado de demonologia.

Essa mescla de ritos arcaicos, superstições, convulsões políticas e perseguições oficiais, que precisavam de bodes expiatórios, fomentou as alucinações de membros de grupos sociais marginalizados -- talvez com manifestações paranormais -- e a imaginação coletiva. Pelo menos na história da Europa, a bruxaria seria basicamente um significativo reflexo das tensões sociais acumuladas nos séculos que antecederam a modernidade. No interior da Inglaterra e de muitos outros países, porém, a crença na bruxaria, sua prática e numerosos ritos de magia persistem até hoje.

Fonte Bibliográfica de pesquisa: Barsa.

Matéria copiada do site http://despertardagraca.blogspot.com/2010/04/historia-da-bruxaria.html

sábado, 21 de janeiro de 2012

ERAM OS ASTRONAUTAS ANJOS

DEIXO POSTADO UM EXCELENTE VÍDEO SOBRE CERTOS TEMAS (MITOLÓGICOS PORQUE NÃO DIZER? )DIFÍCEIS DE ABORDAR DOS QUAIS SÃO RELATADOS NAS ESCRITURAS. RETIREI O VÍDEO DO CAIO FÁBIO NO YOU TUBE E QUE DEUS NOS ABENÇOE RUMO AO CONHECIMENTO.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A BÍBLIA PARA JOVENS APRENDEREM MITOLOGIA

O imaginário que compõem a bíblia não deve ser tomado como contos pueris de gente atrasada e supersticiosa. Expressões como naquele tempo o povo era ignorante ou povo bárbaro sem cultura devem ser rejeitadas por qualquer leitor com interesse em mitos.

As escrituras nos revelam o povo escolhido de Deus em sua aliança lidando com demais nações. De tal modo que uma concha de retalhos é tecida pelos livros sejam históricos ou proféticos em que vão aos poucos mostrando gigantes, fantasmas, seres angélicos com pernas de bezerro ou animais com força e dimensões descomunais.

Na bíblia Impérios  erguem-se e desmoronam, o canibalismo dos homens revela a fraqueza espiritual de um povo, sacerdotisas e necromantes atuam como intermediários entre o céu e a terra, reis poderosos veneram deuses esculpidos em pedras ou madeira, guerreiros lutam mortalmente em nome do mundo e dos valores que concebem como corretos e sagrados.

Eu aprendo História, Geografia, Literatura e Mitologia lendo a bíblia , trazendo tudo o que leio e aprendo para dentro de Jesus, pois Nele tudo subsiste.
Ele é o Senhor de tudo e todos.

Aprendo o quão grande e indizível é a soberania de meu Salvador revelada nas escrituras e nas equações, fórmulas e versos. Porque se Ele me deu inteligencia para aprender sobre leis físicas e métrica poética então Ele construiu tudo isto que vou aprendendo e quando sei que tudo quanto a minha mente engendra deverá ter um propósito edificador na minha existencia dentro de Cristo então todo o saber será bom e lá do alto.

O que estiver em minha vida(exemplo: livros, revistas, cds, músicas) e não for parecido com o que eu aprendo em Cristo, deve ser colocado como algo suspeito.